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22/09/2017 - Confiança do consumidor cresce no mês de setembro, atingindo 82,3 pontos


O indicador da satisfação dos consumidores sobre a situação econômica atual foi o grande destaque, ao ter alta de 0,7 ponto, e mostrar recuperação

O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) divulgou nesta sexta-feira (22) um aumento de 1,4 ponto no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em setembro. Com o resultado, o índice atingiu o mesmo patamar de julho deste ano, com 82,3 pontos. Assim, a alta interrompe a sequência de três quedas seguidas, após a crise política de maio. 

“O resultado parece estar relacionado a uma ligeira melhora na percepção sobre o mercado de trabalho e no gradual afastamento do risco de crise política. Isso, no entanto, não parece ter sido suficiente para alterar o perfil ainda cauteloso do consumidor“, afirma a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Seda Bittencourt.

Satisfação e finanças familiares

Neste mês, a satisfação dos consumidores com a situação atual apresentou estabilidade, enquanto as expectativas se recuperaram, após três quedas mensais consecutivas. O Índice de Situação Atual (ISA) registrou variação de 0,2 ponto, ao passar de 70,7 para 70,9 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) acresceu 2,2 pontos, alcançando mesmo nível de abril, com 91,1 pontos.

 

O indicador da satisfação dos consumidores em relação à situação econômica atual foi o grande destaque, com alta de 0,7 ponto, recuperando 70% das perdas acumuladas nos últimos três meses. De acordo com a Fundação, o resultado positivo pode estar vinculado à melhora da percepção sobre o mercado de trabalho.

No que se diz respeito às expectativas para os próximos seis meses, o medidor do otimismo , referente à economia, apresentou alta de 5,9 pontos, indo de 105 para 110,9 pontos. O desempenho foi influenciado pelo crescimento na confiança em setembro.

O indicador da situação presente das finanças familiares também permaneceu estável no mês, decrescendo levemente de 65,4 para 65,1 pontos. Enquanto as perspectivas para as finanças familiares melhoraram, subindo 3,3 pontos, para 90,2 pontos, havendo recuperação das perdas de agosto.

Vale mencionar que mesmo assim, os consumidores continuam cautelosos na hora de comprar. Isso foi evidenciado pelo Indicador de Intenção de Compras de Duráveis, que recuou de 76,8 para 73,7 pontos. 

Ainda em setembro, a FGV mostrou que a confiança cresceu em quatro faixas de renda avaliadas. O maior acréscimo foi observado nas famílias com renda superior a R$ 9.600, havendo melhora na satisfação com a situação e nas expectativas para o futuro próximo. Entre as famílias com renda de R$ 4.800,01 à R$ 9.600, o nível de confiança retraiu 0,6 ponto, impactado pela avaliação negativa da situação atual. 

 

 

Link: http://economia.ig.com.br/2017-09-22/indicador-confianca-fgv.html

Fonte: Economia - iG

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Hashimoto & Augusto
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